TERRA DE JOSÉ ALENCAR, CAPITAL ALENCARINA!


(José de Alencar nasceu em Mecejana no dia 1 de maio de  1829, filho de José Martiniano de Alencar, a época senador do império, e de dona Ana Josefina. Faleceu em 1877) aos 48 anos no Rio de Janeiro vítima da tuberculose, em 12 de dezembro de 1877, deixou seis filhos, inclusive Mário de Alencar, que seguiu sua mesma  carreira de letras do pai. Foi romancista, dramaturgo, jornalista, advogado e um grande político.

Representante da corrente literária indianista, onde se destacou  com o belíssimo romance “O GUARANY“, publicado no Jornal Diário do Rio de Janeiro, uma obra eternizada.

Sua publicação virou inspiração, inclusive para o músico Carlos Gomes, que compôs a ópera O GUARANY.

Cada dia sua fama aumentava, principalmente depois que Machado de Assis, o convidou para patrono da Cadeira nº 23, da Academia Brasileira de Letras.

Alencar (MOVIDO POR SENTIMENTO DE MISSÃO PATRIÓTICA). Em suas obras destacava sempre o regionalismo, trazendo o sertão para as escolas e faculdades, seu amor e sua preocupação como Nordestino. Criou uma literatura nacionalista uma maneira de sentir e pensar tradições e costumes.

Em 1838 foi para a cidade do Rio de Janeiro. Tinha apenas 10 anos de idade ao ingressar no Colégio de Instrução Elementar.

Aos 14 anos transferiu-se para São Paulo, onde terminou o curso secundário, e em seguida entrou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco., onde em 1850 formou-se em Direito.

Trabalhou no jornal Correio Mercantil, onde escrevia sobre os fatos sociais, Peças teatrais e sobre questões políticas.

Redator chefe do jornal Diário do Rio de Janeiro onde publicou “O GUARANY”, em seguida foi editado o livro.

De jornalista para Secretário do Ministério da Justiça para fazer Consultorias. Em 1861 foi eleito deputado estadual pelo estado do Ceará, um conservador e pelo partido Conservador onde obteve quatro legislaturas. Alencar transformou “IRACEMA” em livro.

CONHEÇA SUAS RELÍQUIAS.

Cinco Minutos,  Cartas Sobre a Confederação dos Tamoios, O Guarani, Verso e Reverso, A Viuvinha, Lucíola, As Minas de Prata, Diva, Iracema, Cartas de Erasmo, O Juízo de Deus, O Gaúcho, A Pata da Gazela, O Tronco do Ipê, Sonhos d’Ouro, Til, Alfarrábios, A Guerra dos Mascate, Ao Correr da Pena, Senhora, e O Sertanejo.

Obrigado José de Alencar!

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