PCC E OS CRIMES


Por que o governo federal não promove diálogo com os líderes do PCC, que mesmo encerrados continuam movimentando todo um esquema criminoso nos grandes centros do país, visando ao encontro de solução para o problema? Por que o governo não dialoga com chefes dos pontos de comercialização de drogas nos morros cariocas e vilas de outras cidades, para minimizar o problema? Por que não existe encontro entre representantes do governo e a turma que faz chegar ao Brasil, através das fronteiras, grande quantidade de revólveres, pistolas, fuzis e munição, para armar a bandidagem e, assim por diante? Com certeza, teriamos, em pouco tempo, uma solução para os graves problemas que se pode observar com relação à insegurança pública que vem colocando o brasileiro em situação difícil.

A sugestão vai ao encontro das palavras do ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, que disse que a área federal está acelerando a busca de um diagnóstico mais preciso sobre o movimento Black Blocs no Brasil para ter uma atuação mais eficaz contra as ações de vandalismo. “É preciso ir na raiz do problema para resolvê-lo”, disse o ministro.

Diante de manifestações desse tipo, fica claro a existência de visões diferenciadas para um mesmo problema. Aquele que convive diariamente com os riscos de enfrentamento com os famosos “arrastões”, assaltos, arrombamentos, agressões gratuitas, estupros; de sair pela madrugada de casa e não saber se voltará. Com a visão de quem está praticamente acima desse risco porque possui automóvel a prova de bala, ou sai de casa em helicóptero, tem a residência cercada por seguranças e somente sabe que os atos de vandalismo existem através da televisão, mostra-se antagônica.

Inacreditável que se tenha ouvido tal afirmação de um representante de governo que deveria estar preocupado com a falta de segurança que o brasileiro vive. Conhecer melhor o movimento Black Blocs para depois estudar soluções é próprio de quem vive a situação ao longe. Esse movimento mostra-se uma estratégia de manifestação e protesto, na qual pessoas que tem afinidades, mascaradas e vestidas de preto se reunem durante as manifestações de rua.

Para aquele que se vê envolvido pela turba de anarquistas, quando deixa o trabalho e busca a parada de coletivo, os pontos de lotações ou as gares ferroviárias para regressar ao lar, manifestações desse tipo nada mais representam senão atos criminosos realizados por elementos desqualificados e covardes, que se infiltram entre os movimentos pacificos, para anarquisar e destruir o patrimônio público ou privado.

O nome do movimento em inglês é pomposo, mas ainda acreditamos que o lugar desses elementos é atrás das grades para que paguem pelos distúrbios e prejuízos praticados e jamais para servir como tema para análises. Incendiar ônibus e caminhões, arrombar e saquear lojas, quebrar e destruir instituições de crédito, semáforos, lixeiras, abrigos e outros, tem que ser entendido como crime e não pode ter outra interpretação.

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